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O coordenador da pesquisa do IEA, Nelson Martin, acredita que, apesar das más condições climáticas, a citricultura paulista se desenvolve em situação favorável. Para ele, o fato negativo é o câmbio valorizado, que neutraliza parte dos ganhos alcançados com as negociações para a comercialização da safra, pelos produtores. A indústria também terá receita em reais afetada pela desvalorização cambial. . fonte: Gazeta Mercantil, em 14 de junho de 2005
Para este ano, a produção de laranja na safra precoce e no meio de safra foi estimada em 79,2 milhões de caixas, enquanto a variedade Valência (da safra temporã) foi projetada em 72 milhões de caixas. O USDA estimou a produtividade de suco de laranja concentrado e congelado em 1,60 galoões por caixa, igual ao mês anterior. A produção da Flórida está recuando: esta safra é a menor desde 1998/99 e o recuo registrado na porcentagem é o maior desde 1990/91, quando o clima frio e a geada reduziram a safra. As informações são da Dow Jones. . fonte: - seção de agronegócios do site Estadão, de São Paulo, em 10 de junho de 2005
A safra de laranja na região de Paranavaí (PR), a exemplo das demais culturas, foi bastante prejudicada pela estiagem e o forte calor. De acordo com técnicos da Paraná Citrus a fábrica de suco concentrado e congelado de laranja da cooperativa, instalada naquela cidade , houve queda de frutos, afetando a produtividade dos pomares. A expectativa é receber este ano o mesmo volume do ano passado, cerca de 3 milhões de caixas de 40,8 quilos, provenientes de 3,5 mil hectares em produção. Não fosse pelo clima, o volume poderia chegar a 3,3 milhões de caixas.
A colheita começa em junho e prossegue até o final do ano. A citricultura nacional está animada com a possibilidade de tirar proveito dos danos causados pelo frio aos pomares da Flórida, nos Estados Unidos. Especialistas de mercado sinalizam com possíveis altas nas cotações do suco de laranja. .fonte: Flamma Comunicação, em 25 de maio de 2005
Os
futuros do suco de laranja subiram 56% no último ano, na Bolsa
de Nova York, em meio aos danos causados por três furacões
em agosto e setembro. Fonte: Gazeta Mercantil , em 10 de maio de 2005
Fonte: Gazeta Mercantil, em 09 de maio de 2005
Segundo o presidente da Abecitrus, Ademerval Garcia, o grande responsável pelo aumento da exportação de suco de laranja foram os Estados Unidos, em virtude dos problemas climáticos ocorridos na Flórida, no ano passado, quando furacões destruíram parte dos laranjais do local. "Isso não deve ser entendido como aumento de um ano sobre o outro, mas apenas de um trecho do ano sobre o equivalente do ano passado", esclarece Garcia. Ele lembra, ainda, que mesmo os Estados Unidos sendo o principal produtor de suco de laranja, o país importa a bebida do Brasil, porque não dá conta de suprir seu mercado interno. Além disso, os EUA misturam suco brasileiro ao produzido lá. Garcia
fala que as exportações, este ano, devem superar as registradas
no ano passado ainda como reflexo dos problemas ocorridos na Flórida,
já que a demanda nos demais mercados está estável
ou crescendo menos que a americana. "Talvez as exportações
este ano sejam superiores a 1,4 milhão de toneladas, contra 1.350
do ano passado. A diferença é a demanda adicional do mercado
americano, que deve passar de 170 para 230 mil toneladas", explica
ele. Além disso, a Abecitrus aposta em novos mercados como os
países do leste Europeu e a China. No que diz respeito à
Ásia, os dados da Abecitrus mostram que a exportação
de suco caiu 35%, de 46.413 toneladas, no primeiro trimestre de 2004,
para 29.863 nos três primeiros meses de 2005. Mesmo assim, as
apostas são de que, até o final do ano, os números
sejam superados. Fonte: Tribuna Impressa de Araraquara, em 08 de maio de 2005
Os dados são Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e foram divulgados pela Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos (Abecitrus). O volume exportado para o maior cliente do suco de laranja brasileiro, a União Européia, caiu 29,41% em março deste ano ante o mesmo período de 2004, de 96.469 toneladas para 68.090 toneladas. No acumulado da safra 2004/2005, no entanto, as exportações para o bloco econômico seguem em alta de 2,86% em comparação a 2003/2004. De julho de 2004 a março deste ano, as exportações de suco de laranja para a União Européia foram de 740.127 toneladas, ante 719.486 em igual período da safra passada. As exportações para os países do Nafta (Acordo de Livre Comércio da América do Norte), basicamente os Estados Unidos, seguem em alta, atingiram 29.073 toneladas em março e somam 174.378 toneladas na safra, aumentos de, respectivamente, 212,81% e 32,25% em comparação a iguais períodos da safra 2003/2004. O mercado asiático recebeu 22.308 toneladas de suco brasileiro no mês passado e 110.195 toneladas até agora em 2004/2005. Gustavo Porto . fonte: - seção de agronegócios do site Estadão, de São Paulo, em 16 de abril de 2005
No Vale do Caí, RS, a demanda por mudas de frutíferas é muito grande, havendo certa dificuldade em atender os muitos pedidos. Em relação às sementes e mudas de hortaliças, as vendas aumentaram em cerca de 50% em comparação ao ano anterior, tudo em função das perdas ocorridas na estiagem.
Na região, maior produtora de citros do estado, as espécies
de laranjas, limões e bergamotas estão em fase de desenvolvimento
e início de colheita, sendo que esta última fase, somente
para as variedades precoces. As chuvas destes últimos períodos eliminaram a situação de baixa umidade que persistiu durante meses, estando as frutas, hoje, com intensa brotação de ramos novos. Entretanto, isso não desfaz as perdas ocorridas em virtude do tamanho reduzido das frutas, especialmente para as variedades precoces em início de colheita. Prossegue a safra da maçã na Serra Gaúcha, sendo que a variedade colhida no momento é a tardia Fuji. A produtividade deverá ser menor que o inicialmente esperado, em função da estiagem ocorrida anteriormente. Como alguns frutos não se desenvolveram em tamanho devido à falta de umidade, agora, após as chuvas, está ocorrendo rachadura no fruto. Em Vacaria e Bom Jesus, dois dos principais municípios produtores desta fruta do estado, em cerca de 20% e 8% da suas produções, respectivamente, ocorreu esse processo físico. fonte: Ass. de Imprensa Emater/RS-Ascar, em 15 de abril de 2005
Na região considerada citrícola, formada pelos 13 principais Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs), com número de pés acima de 5 milhões (cerca de 88% dos pés plantados no Estado), a produção resume-se a 301,8 milhões de caixas de 40,8kg. Venilson Ferreira . fonte: - seção de agronegócios do site Estadão, de São Paulo, em 14de abril de 2005
A revisão foi considerada pelos analistas entre neutra a ligeiramente altista para o mercado futuro de suco de laranja concentrado e congelado. O número veio em linha com a estimativa divulgada recentemente pelo Comitê Administrativo de Citros. Mas alguns analistas disseram que o relatório pode oferecer alguma sustentação ao mercado já que mostra nova redução da safra. A estimativa dos analistas consultados pela Dow Jones era de manutenção das projeções a queda de 3 milhões, para 150 milhões de caixas. Para Boyd Cruel, analista de soft commodities da Alaron Trading, o relatório poderá dar alguma sustentação na abertura, já que muitos traders esperavam que o USDA não iria alterar as projeções. A estimativa de produção de laranja para todo o país é de 214,6 milhões de caixas, abaixo das 219,2 milhões previstas no mês anterior. As informações são da Dow Jones. Fabíola Gomes . fonte: - seção de agronegócios do site Estadão, de São Paulo, em 08 de abril de 2005
Ele lembrou que na safra passada os contratos entre a indústria e produtores previa preços entre US$ 2,70 e US$ 3,00 a caixa e voltou a atacar as processadoras de suco. "A indústria segue vendendo a tonelada do suco a US$ 850 lá fora, só para argumentar para os Estados Unidos que não pratica dumping. E quem paga a conta é o produtor brasileiro", explicou o presidente a Associtrus. A única previsão oficial da safra de laranja 2005/2006 foi feita pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e apontou uma produção superior a 350 milhões de caixas, praticamente o mesmo volume da safra passada. O dado é contestado pelos citricultores, que falam em uma produção próxima a 300 milhões de caixas. (segue) Gustavo Porto . fonte: - seção de agronegócios do site Estadão, de São Paulo, em 07 de abril de 2005
CONAB
fará a previsão da safra de laranja de São Paulo "Os trabalhos de campo e a coleta de imagens por satélite deverão ser concluídos até o final de março, e em 15 dias os números estarão fechados", afirmou Figueiredo. A existência de mais uma previsão de safra para a citricultura paulista - maior produtora mundial de laranja - traz uma alternativa aos números divulgados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), vinculado à Secretaria da Agricultura e Abastecimento de São Paulo. . fonte: - Tribuna Impressa de Araraquara , em 23 de fevereiro de 2005
O presidente da Câmara Setorial da Citricultura, Flávio Viegas, informou hoje que irá cobrar do Instituto de Economia Agrícola (IEA) um "esclarecimento sobre a metodologia" utilizada pelo órgão ligado à Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo para estimar a safra paulista de citros. Segundo Viegas, a divulgação nesta semana, pelo IEA, de que a safra 2005/2006 será de 354,3 milhões de caixas de 40,8 kg "prejudicou os produtores, principalmente em um momento como esse, de início de negociações com a indústria", disse. Além de contestar os dados e prever uma safra entre 20% e 30% menor do que a oficial, Viegas está propondo uma reunião do setor com técnicos do IEA. "É uma reunião técnica e não existe o menor interesse político, por isso estamos chamando vários membros da cadeia citrícola e tentando fazer o encontro dentro da Câmara Setorial", explicou o presidente da entidade consultiva do Ministério da Agricultura. Já Maurício Mendes, da FNP Consultoria & Agroinformativos, considerou "pouquíssimo provável" que as previsões do IEA se concretizem, apesar de ser difícil, segundo ele, fazer uma estimativa concreta sobre a safra neste momento. "No entanto, a bianualidade da cultura e a seca ocorrida durante a florada principal desta safra apontam que a safra 2005/2006 será significativamente menor do que a passada", avaliou Mendes. Na safra 2004/2005, foram colhidas no Estado de São Paulo cerca de 360 milhões de caixas de 40,8 kg de citros. . fonte: - seção de agronegócios do site Estadão, de São Paulo, em 20 de janeiro de 2005
Citros:
Aurora encerra safra com aumento de 20% no processamento Neste ano, a Aurora trabalhou exclusivamente com laranjas de produtores associados de Santa Catarina e cerca 95% do suco concentrado, e dos subprodutos óleo essencial e D-Limonene, destinaram-se à exportação. As variedades empregadas precoces Hamlin, Rubi, Caipira e Iapar-73 responderam por 20% da produção, as variedades médias Pêra, Tobias e Caipira por 30% e a metade do processamento foi das variedades tardias Valência e Folha Murcha. A Aurora pagou, em média, R$ 125,00 por tonelada ou R$ 5,10 por caixa de 40,8 kg, posto na indústria, o que correspondeu a R$ 95,00 por tonelada ou R$ 3,87 por caixa da fruta na propriedade, em média, 30% inferior ao ano passado. O faturamento anual da indústria com laranja em 2004 ficará entre R$ 9 milhões e R$ 10 milhões. . fonte: - seção de agronegócios do site Estadão, de São Paulo, em 10 de dezembro de 2004
Araraquara, 19 de novembro - As exportações brasileiras de suco de laranja concentrado e congelado atingiram 122,04 mil toneladas no mês de outubro, um aumento de 0,36% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o volume exportado foi de 121,6 mil toneladas. Na safra 2004/2005, desde julho, as exportações brasileiras de suco de laranja somam 480,04 mil toneladas, uma queda de 3,09% em relação à passada, que nos mesmos primeiros quatro meses de 2003/2004 havia movimentado 495,38 mil toneladas. Os dados, divulgados hoje, são da Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos (Abecitrus) com base no levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria e Comércio. A União Européia segue como principal mercado para o suco de laranja brasileiro, com 72,6 mil toneladas importadas em outubro e 360,4 mil nos quatro meses de safra. Já o Nafta segue em segundo com, respectivamente, 27,3 mil toneladas e 58,5 mil toneladas importadas. O mercado asiático, que recebeu um volume de 17,2 mil toneladas de suco de laranja brasileiro em outubro e já soma 37,2 mil toneladas desde julho deste ano, segue como terceiro maior comprador do País. "Apesar de algumas variações pontuais decorrentes de escalas de navio, esta safra segue no mesmo ritmo da passada", afirmou Ademerval Garcia, presidente da Abecitrus.
Os contratos com vencimento em janeiro encerraram a sessão negociados a 74,15 centavos de dólar por libra-peso, com ganho de 50 pontos, enquanto os futuros para entrega em março fecharam a 76,20 centavos de dólar, em alta de 55 pontos. Traders ouvidos pela agência Dow Jones Newsiwres reafirmaram que estavam à espera do relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sobre a safra de laranja da Flórida para traçar suas estratégias. No mercado interno, a caixa de 40,8 quilos da laranja pêra destinada às indústrias de suco saiu por R$ 7,04 na média paulista, de acordo com levantamento do Cepea/Esalq. Fonte: Valor Economico, em 12 de novembro de 2004
Os preços do limão e do maracujá dispararam no mercado e chegaram a impulsionar a inflação. Dados da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, da USP) e da Fundação Getúlio Vargas apontaram altas expressivasnestes dois produtos. O limão subiu 33,18% no varejo em outubro e o maracujá teve alta de 24,21%, segundo dados do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), da FGV, divulgados ontem. As duas frutas estão entre os itens que mais pressionaram os preços ao consumidor em outubro, segundo a FGV. O
IGP-M ficou em 0,39% no mês. O limão e o maracujá
fizeram parte também dos itens que mais contribuíram com
a inflação do município de São Paulo na
terceira quadrissemana do mês -- 30 Fonte: Folha do Estado , em 29 de outubro de 2004
Para
as próximas semanas há a tendência de valorização
de frutos para
Com
as perdas da safra, esperam-se dados dos estoques mundiais. Os preços
do suco de laranja caíram ontem 1,8%, fechando a 83,80 centavos
de dólar por libra-peso para entrega em novembro. fonte: Gazeta Mercantil, em 15 de outubro de 2004
A
colheita de citros na região da Serra permanece em bom ritmo.
fonte: Ass. de Imprensa Emater/RS, em 10 de setembro de 2004
Analistas acreditam que as perdas variam de 2 milhões a 20 milhões de caixas. "Ouvi dizer que o prejuízo ficou entre 10 milhões e 20 milhões de caixas", diz um corretor. Bob Terry, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, diz que o furacão Charley causou os maiores prejuízos para os pomares desde a passagem do furacão Donna, em 1960. Para Ademerval Garcia, presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos (Abecitrus), que representa a indústria processadora, ainda é cedo para se estimar as perdas. "Não creio que teremos nenhum levantamento realista antes do final desta semana", diz. Garcia afirma, no entanto, que a safra estava no estágio inicial de desenvolvimento. "A maioria das árvores sequer tem frutas, por isso acho que o prejuízo será limitado", diz. Por isso, ele não acredita que o Brasil eleve significativamente suas exportações de suco para os EUA por conta da passagem do furacão. O Brasil embarcou 160 mil toneladas de suco para os EUA em 2003/04. O volume deve cair para 100 mil toneladas na próxima safra. "Os Estados Unidos acabaram de colher uma supersafra e têm estoques para 46 semanas, ou seja, o suficiente para atender o consumo de um ano", diz. A safra colhida até junho foi de 242 milhões de caixas, a maior em seis anos. De acordo com relatórios preliminares, algumas árvores da Flórida foram arrancadas e daquelas que permaneceram no solo os frutos ainda pequenos e verdes caíram. As perdas não se restringiram ao campo. Armazéns teriam sido danificados. "Minha principal preocupação é saber se os estoques foram afetados. Se eles tiverem sido seriamente danificados, isso muda totalmente o quadro", diz Judith Ganes-Chase, presidente da J.Ganes Consulting. Os geradores de eletricidade foram usados para conservar os estoques. "Não dá para imaginar que um corte de energia faça tanto estrago", comentou um dos produtores. O furacão atingiu a Flórida no último sábado, porém o fornecimento de energia elétrica só foi restabelecido na manhã de domingo. Os condados de DeSoto, Polk e Hardee foram os mais afetados, informou um produtor. Esses condados produziram cerca de um terço das 203 milhões de caixas de laranjas vendidas pelo estado no ano passado, mostram dados oficiais. "Acho que 5% dos meus pés de laranja partiram ao meio ou foram arrancados", diz Rory Dubin, produtor de Arcadia, onde cultiva 526 hectares. Os danos foram "extensos ao longo da trajetória do olho do furacão", informou Terry por telefone de seu escritório em Orlando. "Os ventos chegaram provavelmente a 160 quilômetros por hora". fonte:
Gazeta Mercantil , em 17 de agosto de 2004
Para traders ouvidos pela agência Dow Jones Newswires, os preços não deverão recuar muito mais, em decorrência de aquecidas compras na Flórida. No mercado interno, a caixa de 40,8 quilos da laranja pêra destinada às indústrias de suco saiu por R$ 6,47 na média do mercado paulista, de acordo com levantamento realizado pelo Cepea/Esalq.
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