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Cutrale antecipa moagem da safra de laranjas
Entre maio e julho deste ano, a empresa já concluiu 33% da safra

Uma das maiores produtoras e exportadoras de suco de laranja do mundo, a Cutrale já processou, de maio a julho deste ano, 33% de toda a safra, um crescimento considerável em relação ao mesmo período do ano passado, quando registrou 12%. Segundo Carlos Viacava, diretor corporativo da Cutrale, os bons resultados obtidos pela companhia ao término do primeiro semestre de 2010 são fruto de uma leitura estratégica, realizada antes do início da safra deste ano, que avaliou as condições climáticas e detectou a necessidade de antecipação da colheita em 45 dias. 

“Com a antecipação da colheita e da moagem das variantes precoces de laranja, a empresa conseguiu ajudar o produtor a reduzir consideravelmente as perdas decorrentes do amadurecimento das frutas no pomar, resultando em aumento de produtividade para toda a cadeia”, explica o executivo.

Com 110 dias sem chuvas, a região centro-norte do Estado de São Paulo atravessa uma seca não usual, atingindo pomares da região de Porto Ferreira, Itápolis e Olimpia. É um cenário que se antecipou e que afetar a próxima florada. Já na região de Avaré, Mogi-Mirim e Campinas, onde ocorreram as primeiras chuvas, os pomares estão florescendo, esperando pela continuidade de um clima favorável para a consolidação da florada.

Exportações - As exportações continuam representando 97% dos negócios da Cutrale. Dentro deste cenário, no primeiro semestre de 2010 o sudeste asiático foi a região do mundo que apresentou crescimento de demanda. Em contrapartida, os EUA e o Japão tiveram pequena queda no consumo do suco de laranja.

O mercado europeu ficou estável. Alguns países como Holanda, Bélgica, Inglaterra e França apontaram um aumento de consumo. Em contrapartida, Espanha, Irlanda, Portugal, Alemanha e o Leste Europeu registraram queda. “A alta verificada em algumas regiões equilibrou as quedas. Com isso, a Cutrale ainda conseguiu registrar aumento no nível de exportações de suco de laranja em relação ao ano passado”, completa Viacava. 

. fonte: Campo News, em 18 de agosto de 2010

 

 

 

Vendas de laranja no mercado de SP estão em bom ritmo
Liquidez segue em ritmo satisfatório

As vendas de laranja in natura no mercado paulista seguem em ritmo satisfatório, conforme pesquisas do Cepea. No entanto, as frutas em alguns pomares não estão atingindo as características exigidas para vendas no mercado de mesa.

A baixa remuneração nas safras anteriores resultou em menor investimento, prejudicando a qualidade das laranjas. Nesses casos, segundo dados do Cepea, a produção é destinada ao portão das indústrias (mercado spot, sem contrato).

Quanto à safra 2010/11 da Flórida, as apostas de agentes do setor são de que a safra será maior que a anterior, quando foram colhidas 133,6 milhões de caixas
.

............................................................................................ . fonte: Cepea/USP, em 16 de agosto de 2010

 

 


Mercado voando alto
Foram praticados esta semana na região de Limeira, SP, os seguintes preços
de laranjas de excelente qualidade para o mercado (caixa de 40,8 kg carregada no pomar):

. Bahia = R$ 25,00
. Murcote = R$ 25,00
. Pera Coroa = R$ 18,00
. Piralima = R$ 20,00
. Ponkan = R$ 20,00

Com volume menor de frutas nos pés, a colheita segue acelerada no Estado de São Paulo, iniciando-se
até mesmo a colheita de variedades tardias que ainda estão azedas como as Valências .
Os compradores dos mercadistas estão encontrando dificuldades para encontrar
pomares que não estejam com suas produções comprometidas com as esmagadoras.
Tendência de acomodamento dos preços nas variedades industriais tardias e alta nas variedades lima, murcote e pera.

. fonte: Só Citrus, em 10 de agosto de 2010

 

 

 

Mercado interno eleva demanda por suco de laranja

Autor: Alexandre Inacio

São Paulo - O consumo de suco de laranja no mercado interno brasileiro está crescendo. Enquanto em 2005 apenas 3% da produção nacional de suco era consumida pelos brasileiros, quinta-feira (29), esse percentual está próximo de 10%. Mesmo com o volume exportado relativamente estável nos últimos cinco anos, a demanda doméstica pelo suco concentrado avançou de forma significativa.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicam que as exportações brasileiras de suco concentrado saíram de 1,34 milhão de toneladas em 2004/05 para 1,32 milhão de toneladas estimadas pela entidade em seu relatório de julho para a safra 2009/10. A queda de 1,5% nas vendas externas se opõe a um crescimento superior a 50% na demanda doméstica. O consumo de suco concentrado no Brasil passou de 23 mil toneladas em 2005 para as atuais 35 mil toneladas.

Apesar de o crescimento relativo ser elevado, o volume de suco de laranja consumido no Brasil ainda é baixo em comparação a outros países. A Rússia, por exemplo, consome 45 mil toneladas por ano, enquanto os chineses têm uma demanda doméstica de 59 mil toneladas. A expectativa de consultorias e empresas privadas, no entanto, é que o consumo de suco concentrado e também de sucos prontos para beber devido ao aumento da renda da população aumente no país. As indústrias processadoras estimam que o consumo de suco de laranja no Brasil triplicará em cinco anos.

"As pessoas estão sofisticando o consumo. O aumento da renda tem feito a população elevar a qualidade do produto consumido, e a tendência é que haja um crescimento na demanda por sucos prontos para beber, incluindo o de laranja", afirma Maurício Mendes, diretor da AgraFNP.

Para o analista, esse aumento da demanda doméstica por laranja vai mudar a relação existente entre produtores e indústrias nos próximos anos. Ele lembra que até agora o mercado interno ficava com aquilo que sobrava das exportações. "Entramos em um momento que o mercado interno deixa de ser algo marginal e o Brasil passa a ser o maior cliente do Brasil para o suco de laranja", afirma Sampaio.

A demanda doméstica de suco de laranja tende a ser ainda maior se for incluída na conta a laranja consumida in natura. Cerca de 30% da produção de 16,23 milhões de toneladas da safra 2009/10 são de fruta in natura, que pode ser usada para a produção de suco em casa, por exemplo. Esse percentual se mantém relativamente estável nos últimos anos. Em 2005, era de 27% - 73% eram destinados para processamento da indústria.

Estimativas da Tetra Pak indicam que o consumo de sucos prontos no Brasil será multiplicado em mais de cinco vezes nos próximos cinco a seis anos. No ano passado, o consumo no país foi de 470 milhões de litros e a expectativa é de que atinja 2,5 bilhões de litros em meados de 2015, segundo a fabricante sueca de embalagens.

"No Brasil, o consumo de suco de laranja a partir da fruta [in natura] ainda é muito grande, mas as indústrias avançaram muito na parte tecnológica e conseguiram elevar a qualidade para esse sabor nos últimos anos", diz Eduardo Eisler, vice-presidente de estratégias de negócios da Tetra Pak para América Latina e Mercosul.

. fonte: - Valor Econômico em 04 de agosto de 2010

 

 

 

Chuvas favorecem pomares em SP
As precipitações neste período são importantes para a manutenção da qualidade da laranja

A chuva dos últimos dias favoreceu os pomares paulistas de laranja, de acordo com pesquisas do Cepea. Produtores comentam que as precipitações neste período são importantes para a manutenção da qualidade e aumento do calibre das laranjas de meia-estação e das tardias.

Em relação ao mercado doméstico, o preço vem se sustentando apesar das vendas lentas. Na semana passada, a laranja pêra in natura no mercado interno teve média de R$ 15,35/cx de 40,8 kg, na árvore.

Para a laranja indústria no mercado spot, o preço pago pela caixa de 40,8 kg posta para as variedades hamlim, westin e pêra foi de R$ 14,82 no período, conforme dados do Cepea.



. fonte: Cepea-USP, em 19 de julho de 2010

 

 

 

 


Mercado quentíssimo
Foram praticados esta semana na região de Limeira, SP, os seguintes preços
de laranjas de excelente qualidade para o mercado (caixa de 40,8 kg carregada no pomar):

. Bahia = R$ 23,00
. Cravo = R$ 15,00
. Pera Coroa = R$ 17,00
. Piralima = R$ 20,00
. Ponkan = R$ 18,00
. Westin = R$ 15,00

Os compradores dos mercadistas estão encontrando dificuldades para encontrar
pomares que não estejam com suas produções comprometidas com as esmagadoras.
Tendência de alta.

. fonte: Só Citrus, em 29 de junho de 2010

 

 

Oferta de laranja no começo de 2011 pode ser pequena
A colheita deve terminar mais cedo neste ano, prevê o Cepea.

A colheita da safra de laranja paulista deve terminar mais cedo neste ano, em comparação a anos anteriores, o que diminuiria a oferta nos primeiros meses de 2011.

Os motivos, de acordo com pesquisadores do Cepea, são as condições climáticas favoráveis, os preços atrativos no mercado in natura e o intenso fechamento de contratos no final de abril/início de maio.

A colheita das variedades precoces da fruta deve ser encerrada em meados de julho, quando deve aumentar a oferta das frutas de meia estação. As laranjas tardias devem ser colhidas entre setembro e outubro, com as atividades sendo finalizadas entre dezembro e janeiro.

No mercado internacional, agências meteorológicas estão prevendo que a temporada de furacões no Atlântico Norte, que pode afetar pomares da Flórida, será mais ativa que em 2009, quando os eventos foram relativamente calmos.

. fonte: Cepea/USP, em 14 de junho de 2010

 

 




Mercado bombando

Foram praticados esta semana na região de Limeira, SP, os seguintes preços de laranjas
de excelente qualidade para o mercado (caixa de 40,8 kg carregada no pomar):

. Bahia = R$ 15,00
. Cravo = R$ 12,00
. Lima Sorocaba = R$ 15,00
. Pera Coroa = R$ 17,00
. Ponkan = R$ 15,00
. Westin = R$ 15,00

Os compradores dos mercadistas estão encontrando dificuldades para encontrar pomares que
não estejam com suas produções comprometidas com as esmagadoras.
Tendência de alta.

. fonte: Só Citrus, em 20 de maio de 2010

 

 

 

Safra da laranja começa mais cedo neste ano
Citricultores anteciparam a colheita devido aos baixos estoques e melhora no preço

A safra 2010-2011 da laranja começou 30 dias antes do período habitual, antecipação que beneficiou os citricultores, segundo a análise de especialistas do setor, produtores e representantes da indústria de suco. A injeção de ânimo se deve à entrada de crédito na cadeia produtiva da laranja, com a negociação da compra da produção pelas grandes companhias do setor.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Citricultura (Associtrus), Flávio de Carvalho Pinto Viegas, normalmente a safra oficial é lançada em junho, com a colheita iniciada em maio. A antecipação da retirada da fruta dos pomares se deve a fatores econômicos, como baixos estoques no mercado e melhores preços, e também a fatores climáticos.

O excesso de chuvas em 2009 prejudicou a florada e, como resultado, o setor projeta uma queda de 20% na produtividade dos pomares paulistas, responsáveis, conforme dados da Associtrus, por 99% da produção nacional de laranja. A antecipação da colheita favorece diretamente a injeção de crédito na economia de cerca de 300 municípios paulistas dependentes da citricultura.

Os rumores de uma safra com 270 milhões de caixas contra 310 milhões de caixas colhidas em 2009 dobraram o valor pago pelas indústrias de suco para a chamada caixa peso, padronizada no mercado em 40.8 quilos de laranja, independente da variedade da fruta. O preço da caixa passou de R$ 6 na safra 2009-2010 para algo entre R$ 13 e R$ 15,50.

Sazonalidades à parte, a expectativa dos produtores é conseguir R$ 18 em média pela caixa de 40.8 quilos. Para o citricultor Emílio César Fávero, que possui pomares na região de Campinas e Bebedouro, a pouca oferta registrada no final da safra passada acabou antecipando a colheita em 30 dias, iniciada em abril entre as variedades lima e baía. “Estamos em fase de negociação com a indústria”, disse. (AAN)


. fonte: Gazeta de Ribeirão, em 18 de maio de 2010

 

 

Interesse da indústria e menor produção valorizam laranja
Contratos de citricultores com indústrias de suco estão aquecidos, o que deve diminuir significativamente o volume de fruta disponível ao mercado in natura

Colaboradores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) estimam que a produtividade dos pomares paulistas neste ano seja entre 10% e 15% menor que a do ano passado.

Paralelamente a essa redução da oferta, os contratos de citricultores com indústrias de suco estão aquecidos, o que deve diminuir significativamente o volume de fruta disponível ao mercado in natura.
Por esse motivo, os preços tanto da pêra quanto das variedades precoces – hamlin e westin – seguem firmes.

Na última semana, com as temperaturas mais baixas, os preços chegaram a ter ligeiras quedas devido à retração das vendas, mas sem alterar o patamar.
Na sexta-feira, a pêra foi negociada na média de R$ 14,51/cx. 40,8 kg na árvore.
Em maio do ano passado, o preço médio da mesma fruta foi de R$ 9,13, segundo levantamentos do Cepea.

. fonte: Cepea, em 17 de maio de 2010

 

 

 

 



Acorde, você não está sonhando:
primeiros negócios com as esmagadoras são fechados

Na semana passada as esmagadoras ampliaram o esforço de compras de laranjas da atual safra
na região de Limeira e Mogi Guaçu, SP, e a oferta tem variado de R$ 13,00 a R$ 15,50 por caixa posta na fábrica.
Detalhe: - a maioria dos prazos dos contratos é para apenas 01 ano.

. fonte: Só Citrus, em 10 de maio de 2010

 

 

 

Terceirização da mão-de-obra na colheita de laranja pode ser proibida

Mais uma polêmica no setor da laranja. No fim deste mês, a Justiça do Trabalho decide se proíbe ou não a terceirização da mão-de-obra na colheita da laranja. O pedido foi feito pelo Ministério Público. Alguns citricultores apoiam a medida, mas a indústria garante que toda a cadeia produtiva pode ser prejudicada.

Para cada caixa de laranja colhida no pomar, Antônio Carlos recebe R$ 8,50 da indústria. Cerca de R$ 4 ele gasta só com colheita e frete, uma despesa  que o citricultor considera “pesada”.

Até 1994, a responsabilidade da colheita era da indústria de suco. Depois da mudança, o assunto virou tema de uma discussão que se arrasta por mais de 10 anos.

Em fevereiro deste ano, o Ministério Público do Trabalho de Matão, no interior paulista, entrou com uma ação no Tribunal Regional do Trabalho contra as quatro principais indústrias de suco do país. Os promotores querem que as empresas voltem a contratar os colhedores de forma direta, sem a participação do citricultor. Isso porque, segundo o Ministério Público, com a terceirização, o salário dos colhedores foi reduzido e as condições de trabalho ficaram precárias.

Se a justiça acatar o pedido, 200 mil colhedores, hoje terceirizados, teriam que ser contratados pela indústria. O pedido também prevê o pagamento de indenização por danos morais aos trabalhadores no valor total de R$ 400 milhões, dividido conforme o porte das empresas. Na primeira audiência, realizada em março, não houve acordo. O julgamento está previsto para 30 de abril. Para o presidente da Associação Brasileira de Citricultores (Associtrus), Flávio Viegas, uma decisão favorável da justiça beneficiaria 90% dos citricultores do país, principalmente com redução de custos.

O produtor não tem, na maioria das vezes, como arcar com os custos e a responsabilidade dessa atividade — disse Viegas.

. fonte: CANAL RURAL, em 07 de abril de 2010

 

 


Primeiros preços da safra para mercado de mesa
Foram praticados esta semana na região de Limeira, SP, os seguintes preços de laranjas
de excelente qualidade para o mercado (caixa de 40,8 kg carregada no pomar):

. Pera Coroa = R$ 22,00
. Bahia = R$ 13,00
. Lima Sorocaba = R$ 15,00
. Ponkan = R$ 15,00

Há uma tendência natural de queda de preços, pois a cada semana as frutas vão amadurecendo,
e aumentando a oferta no mercado.

. fonte: Só Citrus, em 04 de abril de 2010

 

 

Citricultores foram perguntados
Citricultores foram perguntados em pesquisa se haviam recebido
propostas de compra das laranjas, e cada um respondeu...



 

Laranja: produção em SE cairá quase 50% em 2010, diz secretário
Falta de repasse aos produtores rurais do aumento no preço da commodity suco de laranja é uma das razões da redução

. autora: Célia Froufe

O Estado de Sergipe deve produzir 700 mil toneladas de laranja este ano, estimou nesta quarta-feira (24) o secretário da Agricultura e Desenvolvimento Agrário do Estado, Paulo Carvalho Viana, durante audiência pública promovida pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. O total anual médio produzido no Estado ao longo da década de 1990, segundo Viana, foi de 1,2 milhão de toneladas.

Uma das causas da redução da atividade apontadas pelo secretário é a falta de repasse aos produtores rurais do aumento dos últimos anos no preço da commodity suco de laranja. De acordo com Viana, 50% da produção de laranjas em Sergipe destinam-se ao consumo in natura, e 50%, à indústria. "O preço para o consumo in natura é a indústria que determina, mesmo com a divisão de destino da produção", criticou o secretário.

O endividamento dos produtores é, na avaliação de Viana, outra ameaça à citricultura. De acordo com o secretário, apesar da crise no setor no ano passado, o grande problema não está concentrado no que ocorreu em 2009. "O ano passado foi apenas a gota d"água. De modo geral, não há integração da cadeia produtiva, e faltou diálogo entre seus elos", disse.

Isso ocorre, segundo o secretário, em decorrência da grande concentração no setor agroindustrial. A produção de laranjas em Sergipe ocorre em 14 municípios, o que significa, segundo Viana, a utilização de um quarto de todo o território do Estado, que tem cerca de 22 mil quilômetros quadrados.


. fonte: Agência Estado, em 24 de março de 2010

 


Mercado à espera da nova safra de laranja
Produtores informaram que processadoras têm entrado em contato para dimensionar volume de produção


Produtores de laranja estiveram otimistas quanto aos maiores preços que deverão ser praticados na temporada 2010/11, cujo processamento se inicia em maio. Segundo análises do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), indústrias ainda não começaram efetivamente o fechamento de contratos para a próxima safra paulista.

Porém, produtores consultados pelo Cepea informaram que processadoras têm entrado em contato para dimensionar o volume de produção, mostrando que estão dispostas a negociar a próxima safra e as subseqüentes.

Valores negociados estiveram entre R$ 12,00 e R$ 14,00/cx de 40,8 kg, posta. Apesar de estes preços serem praticamente o dobro dos recebidos nos contratos do ano passado, a expectativa de produtores é de que acordos superem R$ 15,00/cx, posta.

. fonte: Campo News citando Cepea, em 22 de março de 2010

 

 


Citricultores aguardam preços da nova safra
Endividados, fodidos & mal pagos desligam a pirituba e ficam na brisa.

 

 

 

Baixa oferta de tahiti reduz moagem
Apesar do cenário, preço segue no mesmo patamar registrado no início do ano

Processadoras de suco da lima ácida tahiti reduziram o ritmo das atividades de moagem no final de fevereiro – o início do processamento ocorreu na primeira quinzena de janeiro – devido à diminuição da oferta paulista da fruta.

Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), apesar desse cenário, o preço da lima segue no mesmo patamar registrado no início do ano, de cerca de R$ 8,50/cx de 40,8 kg, posta. Mesmo sem data oficial para finalização do processamento de tahiti, a previsão é de que a moagem termine até o final de março, quando haverá forte redução da oferta.

. fonte: Cepea , no site Campo News, em 01 de março de 2010

 

 

 


A industria de suco sinaliza que a recuperação de preços aos citricultores só virá no segundo semestre!

A Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Citros (CitrusBR) informou que as exportações brasileiras de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) equivalente somaram aproximadamente US$ 1,619 bilhão em 2009. O resultado representa uma queda de 19% na comparação com janeiro a dezembro de 2008. Com relação aos volumes, as estatísticas da CitrusBR indicam que no ano passado foram embarcadas 1,301 milhão de toneladas, também em FCOJ equivalente, o que corresponde a um pequeno aumento, de 0,7%, em relação a 2008.

De acordo com a CitrusBR, o desempenho das exportações do setor em 2009 reflete a crise que se abateu sobre a citricultura brasileira. O Brasil, maior exportador mundial de suco de laranja, exporta cerca de 98% da produção. Como se trata de uma commodity, o mercado internacional é que determina os preços, que caíram muito em 2009, devido a uma combinação de maior oferta de produto e queda de consumo.
As análises da CitrusBR apontam para um cenário de recuperação de preços no segundo semestre de 2010. Essas perspectivas começaram a se formar em outubro do ano passado, diante da queda nas estimativas de safra da Flórida.

A CitrusBR, constituída em julho de 2009, elaborou uma agenda positiva com a proposta de encontrar, com base no diálogo com toda a cadeia, soluções para a crise que atinge a citricultura. Uma das iniciativas proposta foi o mapeamento e quantificação da cadeia produtiva da citricultura. O trabalho já está em andamento, e a previsão é de que seja divulgado em março.

Fonte: Diário da Região - Carlos Eduardo de Souza - publicado no site da Associtrus - 08 de fevereiro de 2010

 

 


STF julga, por unanimidade, a inconstitucionalidade do Funrural


Associados da Associtrus, em dia com suas contribuições, têm direito à restituição pelos últimos 10 anos de recolhimento.
Por votação unânime (11 X 0), o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou, ontem (3/2), a inconstitucionalidade do artigo 1º da Lei 8.540/92, que prevê o recolhimento de contribuição para o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) sobre a receita bruta proveniente da comercialização de produtos agrícolas (2,3%). “É um fato histórico para os produtores rurais do Brasil, por encerrar uma das maiores questões tributárias já debatidas no âmbito do agronegócio.

A partir de agora, a contribuição descontada pode e deve ser restituída pelos contribuintes de fato (citricultores, sojicultores, pecuatistas)”, diz o advogado Dr. Jeferson da Rocha, do Felisberto Córdova Advogados.

Associtrus – O trabalho em defesa dos citricultores brasileiros fez com que a associação, alinhada à tese que já estava sendo discutida no STF, propusesse a devida ação judicial coletiva, objetivando a restituição dos últimos 10 anos do tributo, através de trabalho jurídico do Escritório Felisberto Córdova Advogados (www.felisbertocordova.adv.br). “Os associados em dia com a entidade já tem o seu direito assegurado, bastando, para tanto, neste momento, reunir o maior número de notas fiscais de comercialização (nota de entrada), fornecidas pelas empresas compradoras (Cutrale, Citrosuco etc.), a fim de comprovar o recolhimento para pedir a restituição. Vale lembrar que podemos restituir os 10 últimos anos de Funrural, por isso todas as notas fiscais de 2000 em diante valem como comprovantes para o reembolso”, observa Jeferson.

A ação ajuizada pela Associtrus ainda deve ser analisada em todas as instâncias. “No entanto, em função do precedente no Supremo, este caminho será rápido, razão pela qual as notas fiscais já podem ser apresentadas na sede da Associtrus, em Bebedouro (SP). Para os demais produtores de laranja de todo o Brasil, que também quiserem ter os seus direitos assegurados e recuperar os últimos 10 anos de Funrural, basta se associar a Associtrus e/ou procurar a assessoria jurídica da entidade”, diz Jeferson.

Em Bebedouro, o escritório do advogado Anderson Maestro Vidal, na Rua Dr. Tobias Lima, 1220, Centro, telefones (17) 3342-5126/3342-8577, também está à disposição dos associados. “O Dr. Anderson vem juntamente com o escritório Felisberto Cordova acompanhando o andamento processual”, finaliza Jeferson.

Fonte: - publicado no site da Associtrus - 05 de fevereiro de 2010

 

 

Suco: valores de novos contratos sobem 50% em 2010
Dados da CitrusBR apontam que o faturamento com as exportações da commodity encerraram 2009 em US$ 1,619 bilhão, ante US$ 1,997 bilhão em 2008

Ribeirão Preto, 4 de fevereiro de 2010- Com a alta dos preços futuros do suco de laranja, a indústria brasileira está fechando contratos em 2010 com valores 50% mais altos. A valorização se deve à previsão de quebra de safra no Brasil e nos Estados Unidos. "A partir de outubro, com a previsão de queda na produção e com a redução estoques, os contratos já subiram para patamares entre US$ 900 e US$ 1.000 a tonelada (de suco de laranja concentrado e congelado); mas em 2010 alguns já foram negociados a pelo menos US$ 1.500 a tonelada", afirmou à Agência Estado Christian Lohbauer, presidente executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

A maior pressão para a alta nos preços da fruta veio após as baixas temperaturas entre o final do ano e o início de 2010 em pomares da Flórida, região que é a segunda maior produtora de laranja do mundo, atrás apenas de São Paulo. Com isso, a previsão de produção de 135 milhões de caixas de 40,8 quilos de laranja no estado norte-americano na safra 2009/2010, 7% menor que a de 2008/2009, pode ter uma quebra de mais 30%, na avaliação preliminar do mercado. "Acho que uma perda de 10% é razoável e, de toda forma, a oferta é menor", disse Lohbauer. Além disso, em São Paulo as perdas com a estrelinha, doença causada por um fungo que ataca as flores das laranjeiras, também deve contribuir para uma perda na próxima safra, a ser colhida a partir de junho.

Lohbauer afirmou que a recuperação nos preços do suco de laranja no último trimestre de 2009 evitou uma queda maior que os 19% na receita com a exportação da bebida pelas empresas brasileiras, ante 2008. Dados da CitrusBR apontam que o faturamento com as exportações da commodity encerraram 2009 em US$ 1,619 bilhão, ante US$ 1,997 bilhão em 2008. Foi o pior desempenho desde 2006, quando o faturamento foi de US$ 1,469 bilhão.

Já o volume de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) equivalente - que inclui a transformação do volume de suco fresco, que tem mais água, em FCOJ - cresceu 0,7% em 2009 ante 2008, de 1,291 milhão de t, para 1,301 milhão de t.

Mesmo com a alta nos preços dos contratos novos, o executivo avalia que ainda é cedo para apostar se o preço do FCOJ chegará ao recorde histórico, de US$ 2,2 mil/t, obtido em 2006. Já os produtores de laranja devem sentir a melhora nos preços pagos pela indústria processadora brasileira apenas no segundo semestre deste ano, quando as companhias já praticarem os preços dos novos contratos.

. Fonte: - Agência Estado - publicado no site da Campo News, em 04 de fevereiro de 2010

 

Christian Lohbauer
Cristão? Lobo?

Nem uma coisa e nem outra.
Conheça o que pensa o presidente da Citrus BR ( Associação Nacional de Exportadores de Sucos Cítricos)
em entrevista concedida ao Canal Rural em 27 de julho de 2009:

 

 


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